
É noite… mas mais escura está a noite em mim…
No gesto delicado, levas tua mão ao rosto…
Como se uma pena flutuasse sobre tua pele jasmim…
Fechas a alma…
É dia… mas de claridade ausente…
Todo o brilho ficou retido na tua calma…
Toda a luz… claudicou nesse teu passado presente!
Fechas o coração…
Não és dia… não és noite… és intemporal…
És o tempo que não passa à acção…
És acção… sem gesto corporal.
(a sombra...sombreou aqui)
3 comentários:
disseste claudicou? ó balha-me deuzzzzzz, ehehe.
Gostei do ser dia de claridade ausente!!!!
Triste??!!...
hhhuuummmm....
percebo....
bigada pela força.
jocas
Até de olhos fechados, em mim permanece o Dia... e não há noite sem luar ... e tudo isto é uma forma de estar...
PJ e Casimirinho
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